domingo, 30 de novembro de 2014

Auto Viação Jurema compra Marcopolo New Torino com ar condicionado.


Fonte: http://onibus-mania.blogspot.com.br/ , visite o site, lá tem mais fotos!

Autor das fotos e descrição dos veículos nas mesmas



sábado, 29 de novembro de 2014

Auto Viação Reginas também compra Caio Apache Vip IV.

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Mais uma tradicional empresa de Duque de Caxias comprou desse belíssimo modelo, que parece ter sido projetado para receber a pintura da empresa, pois poucas vezes se viu um modelo casar tão bem, e ficar tão bonito com uma determinada pintura, como ocorreu com o Apache Vip IV e as cores da Reginas.

Destaca-se ainda o ar condicionado que equipam todos os ônibus e os bancos semi-rodoviários.


Limousine Carioca compra Caio Apache Vip IV.

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A tradicional empresa de Duque de Caxias também comprou desse belíssimo modelo, que parece ter se tornado o novo queridinho das empresas intermunicipais.



Auto Viação Vera Cruz compra Caio Apache Vip IV.

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Auto Ônibus Vera Cruz compra Caio Apache Vip IV.

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terceira empresa em importância para o Grupo Fabio´s é agraciada com a compra de algumas unidades desse belíssimo veículo, e com ar condicionado. Será que podemos esperar para as demais?


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Governo do Rio prevê a construção de mais em Niterói, São Gonçalo e Baixada!

Fonte: http://odia.ig.com.br/

Além dos BRTs Transcarioca e Transoeste, já em operação, e do Transolímpica e Transbrasil, com inaugurações previstas para 2015 e 2016, a Região Metropolitana do Rio deve ter mais dez corredores exclusivos de ônibus articulados até 2018. Entre os projetos, preparados em conjunto pela Fetranspor e a Câmara Metropolitana de Integração Governamental, vinculada ao governo do estado, um dos quais prevê a implantação de um BRT na Ponte Rio-Niterói, contudo, esta proposta ainda é dúvida, pois enfrenta resistência da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Há previsão de quatro BRTs na Baixada, quatro no Leste Fluminense e um no recém-inaugurado Arco Metropolitano, de Duque de Caxias a Itaguaí. 

Os projetos, que visam a desafogar o trânsito em várias vias expressas e promover uma maior integração entre as cidades da Região Metropolitana, foram citados pela diretora de Mobilidade Urbana da Fetranspor, Richele Cabral, durante a 4ª Conferência Cidades Verdes, que reuniu, na semana passada, intelectuais, políticos e ativistas ligados à preservação do meio ambiente e à mobilidade urbana, na Firjan. 

“O que nós temos pensado para o futuro do estado é uma malha completa. Caso todos esses estudos saiam do papel, mais de 60% da população da Região Metropolitana estarão se locomovendo com transporte de massa em quatro anos”, afirmou Richele, ainda guardando segredo sobre as localizações, os orçamentos e qualquer detalhamento das obras.

O gerente de Mobilidade da Fetranspor, Guilherme Wilson, contou que as informações completas dos empreendimentos serão apresentadas nesta semana durante o 16º Etransport, um dos maiores eventos do setor de transportes do país, que ocorrer entre quarta e sexta-feira no Riocentro.

Entre os dez BRTs em estudo, três já eram conhecidos e vêm sendo reivindicados: o Transbaixada, que, em seu primeiro trecho, vai ligar a Rodovia Washington Luís à Via Dutra ao longo do Rio Sarapuí, prometida no primeiro mandato do ex-governador Sérgio Cabral; o Transoceânica, que prevê a integração de ônibus, bicicletas e estação hidroviária para reduzir o tempo de percurso entre a Zona Sul de Niterói e a Região Oceânica, além de dar acesso às barcas; e o corredor expresso de São Gonçalo, que ligará os bairros Santa Izabel e Gradim, cruzando todo o município. O único com obras em andamento é o Transoceânica, que deve ficar pronto em 2016. 

Estariam ainda na lista a instalação de corredores exclusivos de ônibus ao longo das rodovias RJ-104 (Rio-Manilha) e RJ-106 (Amaral Peixoto), no Leste Fluminense. Contatado pelo DIA para dar mais esclarecimentos, o coordenador da Câmara Metropolitana, Vicente Loureiro, não foi localizado.

A ANTT descartou a hipótese de um BRT na Ponte Rio-Niterói, por onde passam 160 mil veículos por dia. Recentemente, a Câmara Metropolitana de Integração Governamental do Rio solicitou à agência reguladora que incluísse o projeto na licitação da concessionária que administrará a via nos próximos 30 anos. 

O contrato com o Grupo CCR, atual administradora, vence em junho. Foi cogitada a implantação de linha de metrô na Ponte. Técnicos da ANTT avaliaram que, além de extrapolar o investimento previsto, o projeto comprometeria a fluidez do trânsito, já que tiraria uma das quatro pistas e até o acostamento. Em abril, o então secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, sugeriu a construção de baia externa para o metrô. Segundo o subsecretário de Transportes, Delmo Pinheiro, o elevado foi construído com viabilidade para o projeto.

Caso se tornem realidade, não é só o trânsito que os novos BRTs vão aliviar: a qualidade do ar será favorecida, como destacou a diretora de Mobilidade da Fetranspor, Richele Cabral. Segundo ela, estudos de impactos ambientais feitos pela federação projetaram reduções significativas da emissão de poluentes na atmosfera quando todos os corredores, somados às faixas de BRT e BRS já existentes e ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do Centro, estiverem concluídos. 

Análises estimam que, até 2018, investimentos em transportes proporcionarão queda de 7% de monóxido de carbono, 20% de gases hidrocarbonetos, 7,5% de NOX, 22% de material particulado e 5% de gás carbônico. “Com o BRT aumentou-se a velocidade do sistema, reduz a frota em 800 ônibus e o tempo de congestionamento, caindo consumo de combustível e emissão de poluentes”, disse.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Ônibus do Consórcio Santa Cruz somem após às 22 horas.

Fonte: http://extra.globo.com/

Para moradores da Zona Oeste que precisam usar transporte público tarde da noite, a vida não é nenhum conto de fadas. A partir das 22h, em vez de carruagem virar abóbora, os ônibus desaparecem gradativamente, deixando os passageiros a pé. O problema se agrava após a meia-noite, quando a maioria das linhas some, só restando, quando muito, o transporte alternativo.

A Associação de Defesa dos Usuários de Transportes no Estado do Rio de Janeiro (Adut-RJ) aponta 16 linhas da região como as mais problemáticas. O EXTRA foi às ruas e constatou que o problema atinge pelo menos mais sete linhas, além das relacionadas pela associação.

Uma delas é a 873 (Santa Cruz-Campo Grande), que serviria para deixar em casa, na comunidade Nova Jersey, em Paciência, a atendente de lanchonete Gisele Souza, de 21 anos. A jovem trabalha em Campo Grande até meia-noite, mas o último ônibus parte do terminal do bairro logo após as 22h.

Já em linhas como a 366 (Campo Grande-Tiradentes), os ônibus não chegam a sumir totalmente, mas se tornam cada vez mais raros

Para o especialista em mobilidade urbana Marcos Poggi, do Conselho de Transporte da Associação Comercial do Rio, a responsabilidade maior é da prefeitura, “que deve definir regras para circulação dos ônibus nesse horário, cobrar o cumprimento delas e informar o usuário”.


Linhas problemáticas:

As que somem a partir das 22h: 394, 395, 379, 389, 392, 811, 812, 873 ,370, 790, 830, 850 e 936
As que demoram mais de 1h para passar no ponto: 397, 398 e 366
As que demoram mais tempo para passar: 756, 750, 771, 784, 819, 918 e 820

O que diz a prefeitura:
A Secretaria municipal de Transportes informou que, de acordo com o artigo 414 da Lei Orgânica municipal, todas as linhas devem operar com intervalo mínimo de uma hora. O órgão disse ainda que realiza fiscalizações com base nas reclamações feitas pela população, por meio da Central de Atendimento ao Cidadão 1746. O objetivo é verificar se a linha está circulando com a frota determinada pela prefeitura. Os agentes da SMTR também realizam fiscalizações volantes e por meio de GPS.

O Rio Ônibus informou, por meio de nota, que “o consórcio Santa Cruz fará uma fiscalização no serviço prestado aos passageiros durante a noite e a madrugada, para identificar quais linhas não estão sendo atendidas em determinados horários e regularizar as viagens previstas com a frequência adequada.” A nota diz ainda que o serviço dos ônibus na madrugada tem linhas e horários definidos pela prefeitura, e os intervalos previstos podem ser de hora em hora.

O consórcio também lamentou os transtornos que podem ter sido causados aos passageiros, mas ressaltou que o sistema de transporte está em transformação na cidade, com a consolidação do modelo BRT, responsável atualmente pelo deslocamento de mais de 340 mil usuários por dia no Transoeste e no Transcarioca. Segundo o consórcio, nos corredores exclusivos para ônibus, o serviço é realizado de forma ininterrupta, com estações em funcionamento 24 horas. 

O Consórcio Santa Cruz pediu aos passageiros que se sentirem prejudicados para liguarem para o número 0800 886 1000 e informarem os desvios encontrados na operação, “a fim de que o serviço prestado aos passageiros seja regularizado.”

Consórcio Santa Cruz é multado pelo Procon.

Fonte: http://extra.globo.com/

O Procon autuou, nesta quinta-feira, o Consórcio Santa Cruz pela precariedade do serviço prestado aos moradores da Zona Oeste. Segundo o órgão, o consórcio já foi notificado e será multado, mas antes terá 15 dias para apresentar sua defesa. A autuação foi decida após o EXTRA mostrar numa reportagem, no último dia 10, o drama de passageiros que chegam a esperar uma hora pelo ônibus nos pontos e terminais da região.

Na ocasião, a equipe percorreu quatro bairros e mostrou que passageiros das linhas 811 (Vila Kennedy - Bangu), 812 (Bangu - Carobinha), 846 (Campo Grande - Rio da Prata), 848 (Campo Grande - Monte Santo) e 918 (Bangu - Bonsucesso) são prejudicados pela longa espera do coletivo.

— Costumo ficar mais tempo nos pontos do que com o cliente — reclamou, na ocasião, a promotora de vendas Vera Lúcia Gusmão, de 46 anos, usuária do 812.

Segundo o Procon, o consórcio terá de apresentar seu relatório econômico dos últimos três meses para que seja calculado o valor da multa. O órgão explicou que a decisão baseia-se no artigo 6° do Código de Defesa do Consumidor (CDC), o qual aponta como um direito básico “a adequada e eficiente prestação dos serviços públicos”; e no artigo 22, o qual determina que “concessionárias que prestam serviço público devem fornecer serviços adequados e, contínuos quando essenciais", como é o transporte público.

O consórcio Santa Cruz informou, por meio de nota, que está trabalhando para assegurar a qualidade do serviço prestado aos passageiros da Zona Oeste. “As empresas que integram o consórcio vem fazendo investimentos na renovação da frota e no treinamento de motoristas. Mas em certos momentos, a operação apresenta irregularidades devido a casos de vandalismo nos ônibus, que obriga o recolhimento dos veículos durante as viagens, ou a congestionamentos no trajeto percorrido em linhas com longa distância, como, por exemplo, para o Centro”, diz o texto.