sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Volta Redonda passa a operar ônibus 100% elétricos.

A cidade de Volta Redonda, no sul fluminense do estado, iniciou a operação dos primeiros ônibus 100% elétricos em sua frota. Os veículos estão sendo usados no programa Tarifa Comercial Zero e circulam gratuitamente nos quatro principais pontos comerciais do Município.  São eles, Vila Santa Cecília, Retiro, Centro e Aterrado.

A substituição dos combustíveis fósseis se dá por meio de dois motores BYD-2912TZ-XY-A, de 150 KW, o equivalente a 402 cavalos. Os veículos possuem ainda chassis BYD D9W, que são utilizados para a aplicação em carrocerias com até 13,2 metros de comprimento. Os coletivos não têm degraus, facilitando o embarque e desembarque, além de contarem com um sistema de freio a disco regenerativo.

A adoção dos ônibus elétricos vai contribuir para a redução de emissão de poluentes e gases causadores do efeito estufa. Para se ter ideia, cada ônibus elétrico em circulação diminui os níveis de CO2 em mais de 1 tonelada.

Falando ao Ciclo Vivo, Tyler Li, presidente da BYD do Brasil, diz que “o ônibus elétrico é uma tecnologia promissora na busca por um transporte público menos poluente e com menor custo de manutenção. Com cada vez mais grandes metrópoles globais realizando testes e implementando esse tipo de veículo em suas vias públicas, o ônibus elétrico vai deixando de ser apenas uma ideia do futuro, firmando-se dia a dia como realidade”.

A cidade de São Paulo também namora o ônibus elétrico. Segundo a prefeitura, a expectativa é que os modelos ganhem mais espaços nas ruas paulistanas até o fim do ano.

Carregados a bateria, os ônibus elétricos possuem autonomia de 300 km, superior aos 200 km percorridos em média pelos coletivos convencionais. O carregamento total das baterias leva entre 4 e 5 horas. Assim como no Rio de Janeiro, o chassi é fornecido pelo multinacional chinesa BYD. O intuito é reduzir em 15% a emissão de CO2. 

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Fonte: https://www.hypeness.com.br

"Caixinha" para políticos do RJ arrecadava até R$ 6 milhões por mês.

Segundo o site G1, em depoimento prestado ao Juiz Marcelo Bretas, o empresário Jacob Barata Filho, e Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor, admitiram a existência do que os procuradores da Lava Jato chamam de "Caixinha da Fetranspor", que arrecadaria até R$ 6 milhões por mês para pagar vantagens indevidas a políticos.

O esquema teria começado havia 20 anos e, segundo os réus, beneficiou o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, que teria recebido da caixinha por cinco anos. Defesa do deputado afirma que depoimento de Barata Filho "levanta apenas conjecturas".

Réus na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato, Barata Filho e Lélis depõem a Bretas na tarde desta sexta-feira (24). Também é ouvido um dos filhos de Picciani, Felipe.

"Havia um acordo de pagamento para o deputado Jorge Picciani. O objetivo exatamente, a forma de pagamento, eu não sei precisar. Mas realmente o Jorge Picciani, como presidente da Alerj, teria que ter essa contribuição porque os projetos todos passam pela Assembleia", afirmou.

"O deputado Jorge Picciani foi presidente da Assembleia por vários mandatos e, como presidente, era uma pessoa-chave para proteção (do setor) do transporte e pudesse evoluir em projetos que fossem para o benefício de todos."

"Realmente existia um caixa gerado pela Fetranspor para pagamentos a agentes públicos no sentido de tentar melhorar o sistema de transporte."

"O objetivo da geração desse caixa dois era contribuir com agentes públicos para atingir esse objetivo [de não criar problemas para as empresas de ônibus]", prosseguiu.

Lélis Teixeira também confirmou, pela primeira vez, a existência da caixinha da Fetranspor, mas disse que não participava das negociações. Ex-presidente, ele disse que era técnico, mas soube da existência de vantagens indevidas por Jorge Picciani e Paulo Melo.

Lélis garantiu também que Edson Albertassi recebeu as vantagens através de rádios de sua família no interior, inclusive por ser presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj.  Tanto esta comissão quanto a de Transportes, segundo ele, eram importantes para a Fetranspor ter "boas relações".

Barata Filho afirmou que o fluxo de caixa dois se aprofundou na última década com a bilhetagem eletrônica. Isso porque a empresa que administra o maquinário cobrava 3,5% dos valores das passagens para a manutenção do sistema, mas 1% deles era trocado por dinheiro em espécie e redistribuído para políticos.

O empresário Jacob Barata, o 'Rei dos Ônibus', foi preso duranta a operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato (Foto: Rodrigo Chadí/Fotoarena/Estadão Conteúdo)

Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2018/08/24/rei-dos-onibus-admite-em-interrogatorio-existencia-de-caixa-2-a-politicos-do-rj.ghtml

A nova pintura da Viação Novacap.

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Fonte da foto acima: https://www.facebook.com/viacaonovacap

Viação Ideal, a pioneira na apresentação da nova pintura!

A tradicional empresa da Ilha do Governador foi a primeira a aderir ao decreto despadronizou as pinturas utilizadas pela frota dos ônibus da da cidade do Rio de Janeiro.

Além de ter sido a pioneira a aplicar o nova regra, a empresa também foi a primeira a receber ônibus novos com sua pintura exclusiva, tratando-se de Caio Apache Vip IV, sobre chassis Mercedes-Benz, MB OF-2721 E5.

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segunda-feira, 19 de março de 2018

Nossa Senhora da Penha pagará indenização por queda de passageiro.

O TJRJ condenou a Viação Nossa Senhora da Penha a pagar uma indenização de R$6.000,00 a uma passageira devido a uma queda durante embarque em um ônibus da empresa. 

A decisão é da desembargadora Geórgia de Carvalho Lima, da 24ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

Quando estava embarcando em um ônibus da linha 544 (Nova Iguaçu-Méier), o motorista arrancou com o veículo, provocando a queda da adolescente no asfalto. O acidente causou lesões em seu cotovelo, perna e couro cabeludo, além de dez dias de afastamento do trabalho.

Na decisão, a desembargadora destacou que a empresa é concessionária de serviço público, tendo responsabilidade de natureza objetiva, baseada na Teoria do Risco Administrativo.

Restaram incontroversos o acidente descrito na petição inicial, a condição de passageira da autora, e, também, as lesões por esta sofridas, o que foi corroborado pelos documentos acostados aos autos, e pelo laudo pericial produzido”, afirmou a magistrada.

Processo nº 0027549-84.2013.8.19.0208

Fonte: http://www.tjrj.jus.br

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Foto meramente ilustrativa!

Ingá e Santo Antônio são condenadas na Justiça.

Fonte: http://www.tjrj.jus.br

Uma aluna do Instituto Federal de Educação e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) receberá uma indenização de R$5.000,00, a título de dano moral, de duas empresas de ônibus (Auto Lotação Ingá e Auto Viação Santo Antônio). 

A adolescente vinha sendo impedida de viajar gratuitamente nos ônibus aos sábados e em dias emendados com feriados, com o argumento de que não havia aula. A menina, no entanto, estudava nestes dias. A decisão é da 26ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio, que confirmou a sentença.

Segundo a relatora do processo, desembargadora Ana Maria Pereira de Oliveira, a relação jurídica entre as partes é de consumo e, por isso, as fornecedoras de serviço respondem objetivamente pelos danos sofridos pelo consumidor.

“Havendo atividade letiva aos sábados e dias próximos de feriados, não pode ser obstada a utilização do cartão Riocard Escolar, tendo ficado demonstrado o dano e o nexo causal, assim como a falha na prestação dos serviços das apelantes. O dano moral ficou configurado, pois os fatos narrados por certo causaram à autora aborrecimentos que superam os do cotidiano, o que comporta reparação”, afirmou a magistrada na decisão.

Processo nº 0015249-29.2013.8.19.0002

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Fotos meramente ilustrativas!

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Holandesa DAF entrega caminhão 2.000 produzido no Brasil.

Fonte: http://estradao.estadao.com.br

Após quase quatro de produção nacional, a DAF supera a marca de 2 mil caminhões produzidos na fábrica de Ponta Grossa (PR). A unidade de número 2.000 foi entregue pela concessionária DAF Barigui para a transportadora Transgobbi, de Araquari (SC). O modelo é um XF105 6×4 2017/2018 com motor de 510 cv e cabine Super Space, a mais espaçosa da linha.

A Transgobbi atua há mais de 30 anos no transporte de carga e presta serviços a diversas operações, em especial ao setor siderúrgico. Na frota diversificada constam carretas, composições bitrem e rodotrem, além de caminhões trucados. Da marca DAF a empresa tem 15 unidades.

Novata no Brasil, a DAF completará quatro anos de produção no país em outubro. Seu complexo industrial no paraná produz todas as versões dos caminhões XF105 e CF85, além de motores de 360 cv a 510 cv. A fábrica consumiu R$ 1 bilhão para produzir 10 mil unidades por ano, volume que esperava atingir em 2018. A crise, no entanto, adiou os planos. O aumento na produção ocorre de acordo com a demanda do mercado. No ano passado, quando completou três de atividade, a companhia passou a produzir quatro unidades por dia. Um ano antes, montava apenas duas.

A DAF é uma das poucas montadoras a colher resultados positivos na atual crise do mercado interno. Enquanto as vendas janeiro a julho de caminhões pesados – categoria na qual a companhia atua – caiu 3,2%, para 9.127 unidades, a fabricante do Paraná vendeu no mesmo período 453 caminhões, alta de 22,8% sobre o ano passado.

“Já são quase dois mil caminhões DAF circulando por todo o Brasil. Isso mostra o quanto a marca vem crescendo a cada ano e como estamos conquistando o nosso espaço entre os tradicionais players do mercado”, resume Luís Gambim, diretor comercial da DAF Caminhões Brasil. “Mesmo na crise seguimos aumentando nossa participação no segmento e ampliando nossas vendas.”

“O ano de 2017 será mais um ano de crescimento da DAF, certamente acima de 30% com relação a 2016”, avalia Luís Gambim, diretor comercial da fabricante. “Acredito na retomada do mercado e não tenho dúvida que chegaremos em 2020 com 20.000 caminhões emplacados.”

Os treze grupos que hoje operam a rede de atendimento da DAF já investiram R$ 200 milhões na formação da atual composição, de 21 concessionárias e sete postos de serviços. Agora, com aporte de R$ 2 milhões o grupo Somafértil abrirá a 22ª concessionária em Uberlândia para atender toda a região do triângulo mineiro. Também os grupos Via Trucks, de Minas Gerais, e Caiobá, do Mato Grosso do Sul, estão investindo R$ 4 milhões e R$ 8 milhões, respectivamente, em mudanças para instalações maiores e melhor localizadas.


Ao mesmo tempo a montadora estabelece parcerias para homologar Postos de Serviço Autorizado em Duque de Caxias (RJ), Recife (PE) e em Ji-Paraná (RO). De acordo com a fabricante, os locais contam com equipe treinada pela DAF e contam com ferramentais e estoque de peças da marca. “Esta expansão faz parte do nosso plano de negócios. Atualmente cobrimos 85% do território nacional e, assim, conseguimos atender as principais rotas de nossos clientes”, conta Adcley Souza, diretor de desenvolvimento de rede da montadora. “Até 2022 dobraremos o número de concessionárias no País.”

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MAN revisita a década de 80 com edição limitada dos Volkswagen 6.80, 11.130 e 13.130.

Fonte: http://estradao.estadao.com.br

A MAN Latin America recorreu às suas origens para lançar uma série histórica de produção limitada baseada nos primeiros modelos de sua trajetória. Os Volkswagen 6.80, 11.130 e 13.130 reaparecem em uma série histórica embalados com oferta a tecnológica de hoje.

Os atuais Delivery 8.160 e Worker 13.190 ganharam o visual da década de 1980, com pintura amarela da época, banco de vinil preto, rodas pretas sem calota, protetor de porcas e para-choques e para-barros pretos.

“São caminhões que farão o motorista viajar no tempo, mas sem abrir mão de evoluções tecnológicas, tais como a motorização”, diz João Herrmann, gerente de marketing da companhia. “A ideia é unir passado e presente numa homenagem aos precursores dos caminhões mais vendidos no Brasil.”

As novidades da fabricante de Resende (RJ) ganharam o site www.man-la.com/seriehistorica exclusivo para obter informações e encomendar os modelos. Os pedidos deveriam ser feitos até 31 de agosto.

A montadora ainda convida os clientes a divulgarem nas redes sociais da empresa lembranças que viveram a bordo dos caminhões. As melhores histórias serão transformadas em vídeo e, posteriormente, em um livro impresso em lona de caminhão.