segunda-feira, 13 de julho de 2015

Expresso Pégaso tem 90% dos ônibus sem condições de circular.

Desde 2013, a empresa, responsável por 30 linhas da Zona Oeste, teve 203 ônibus lacrados pela Operação Roleta Russa, do Procon, que analisa as condições dos carros. As últimas duas ações levaram à interdição de 90% da frota. Na quinta-feira, os fiscais lacraram um ônibus com mais de 150 multas de trânsito, algumas em aberto desde 2010, conforme dados da Secretaria municipal de Transportes. O veículo circulava com documento vencido em 2012.

Os problemas são recorrentes, como mostram os dez processos que tramitam no Tribunal de Justiça desde 2012. Todos têm a Pégaso como ré e resultam de ação civil pública do Ministério Público. Motivo: mau serviço prestado. Em maio, o Procon lacrou 57 dos 59 ônibus da Pégaso vistoriados.

A prefeitura já multou o Consórcio Santa Cruz, ao qual a Pégaso pertence, inúmeras vezes (confira no gráfico ao lado). Uma delas, por descumprir o contrato com o município, soma R$ 10 milhões. Questionada por que não cassa a concessão da empresa, a prefeitura não respondeu.

— Já peguei ônibus sem vidro na janela e com bancos soltos — relatou Caroline Cunha, de 25 anos, usuária do 366.

Na quinta-feira, o Procon interditou 45 dos 50 ônibus vistoriados na garagem da Pégaso. Alguns já haviam sido pegos em operações anteriores. Segundo o diretor de fiscalização do órgão, Fábio Domingos, se toda a frota — de 400 ônibus — fosse vistoriada, “possivelmente a empresa é que seria interditada”:

— Evitamos fazer isso para não levar a um colapso do serviço que prejudique o usuário.

Especialista vê omissão do poder público

O advogado Armando de Souza, presidente da Comissão de Legislação de Trânsito da OAB-RJ, diz que só vê um motivo para a concessão da Pégaso ainda não ter sido cassada: omissão do poder público.

— Os problemas são públicos e notórios. As autoridades são omissas na obrigação de fiscalizar e podem ser responsabilizadas em caso de acidentes — afirma.

Na avaliação do especialista, ao prestar um mau serviço, a empresa está violando o direito do passageiro a viajar com conforto e em segurança. Também está ferindo o direito constitucional da dignidade da pessoa humana. Ele diz, inclusive, que o próprio usuário pode recorrer à Justiça, se se sentir prejudicado.

Para o advogado Bruno Navega, especialista em direito administrativo, num caso como o da Pégaso, o que a prefeitura poderia fazer seria determinar ao consórcio a substituição da empresa. Mas antes, alerta, deveria abrir um processo administrativo para apurar possíveis irregularidades, dando direito à ampla defesa.

O veículo campeão de multas atende a uma linha alimentadoras do BRT. As 153 infrações cometidas são: excesso de velocidade (120), fugir da faixa (7), avanço de sinal (6), não identificar o condutor (6), estacionamento irregular (5), desobedecer a ordem de autoridade do trânsito (2), desobedecer a cuidados com segurança, furar bloqueio, parar na pista de rolamento rápido, transitar em horário e local proibidos, deixar de dar passagem à polícia, dirigir falando ao celular e boquear a via com veículo (1 cada). A Pégaso informou que o veículo “só voltará a circular após ter a situação regularizada”.

‘Carro com problema, eles maquiam e mandam pra rua’
Um motorista da linha 366 (Campo Grande-Tiradentes) fala sobre as condições precárias dos veículos:

“Os ônibus enguiçam todos os dias. É a maior vergonha que passamos. O pior é que os passageiros vêm em cima da gente. Somos esculachados nas ruas diariamente. Isso é injusto. A firma é que deveria passar por esse vexame e não nós, os motoristas. Carro com problema eles maquiam e mandam pra rua de novo. Nós sempre avisamos na garagem o estado em que eles se encontram, mas ninguém toma providência. Não adiante nada. No fim da semana passada, estava de folga e o carro que dirijo pegou fogo na rua, com outro colega, por causa de uma pane na parte elétrica”.



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Secretário municipal de Transportes do Rio, quer excluir Expresso Pégaso do Consórcio Santa Cruz.

Secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani admitiu, em entrevista ao EXTRA, a possibilidade de cassar a Pégaso do consórcio Santa Cruz, que opera os ônibus na Zona Oeste. Mas a medida só pode ser tomada em outubro, após o prazo de 180 dias para que a empresa se defenda da multa contratual aplicada pelo município em 20 de abril. Também terá transcorrido um ano desde que o consórcio foi notificado pela primeira vez pela má qualidade do serviço. O secretário falou da dificuldade de fiscalizar o serviço e disse que às vezes tem vontade de “matar alguns caras que tratam mal seus passageiros”. A Expresso Pégaso é líder de queixas de passageiros por má conservação dos carros.

Como o senhor avalia o serviço prestado pelo Consórcio Santa Cruz, na Zona Oeste?
Como cidadão, não estou satisfeito e, como secretário, menos ainda. É preciso melhorar. É uma luta diária. Faço reuniões frequentes com o consórcio e cobro medidas que sanem esses problemas. Nunca tinham aplicado uma multa contratual, como fizemos. É uma multa pesadíssima, de R$ 10 milhões. Acredito que, num período curto, teremos um novo cenário. Mas concordo que tem coisas que são inadmissíveis, por isso estou indo às ruas lacrar veículos. Só este ano, lacramos 600 ônibus e aplicamos 1.235 multas operacionais.

A prefeitura notificou o consórcio pela primeira vez em outubro de 2014 e, de lá para cá, aplicou diversas multas. Os ônibus continuam circulando de forma precária. O senhor pensa em cassar a concessão?
É preciso entender que, quando existe um contrato, o limite de ação é o que está estabelecido ali. Vou cumprir as etapas que o contrato prevê: notifico, solicito plano de contingência, multo e determino ações para a melhoria do serviço. Se isso não for suficiente, levaremos às últimas consequências. Mas não pode ser no afã que a população quer. Confesso que tem dias que eu tenho vontade não só de tirar o cara do consórcio, mas de matar alguns caras que tratam muito mal seus passageiros. Mas tenho que respeitar o contrato.

A extinção da concessão está prevista no contrato. O que falta para isso acontecer?
Existem cláusulas que determinam outras ações antes. O consórcio tem o direito de punir seus consorciados e suprir as falhas de uma empresa. Se não tomar essa providência, tomaremos medidas mais duras, podendo chegar ao extremo de se cassar aquele consórcio, o que não é simples. Não tenho ônibus da prefeitura para substituir todos os ônibus desses operadores, então é necessário ter tolerância. Seria uma temeridade cassar o consórcio e, no dia seguinte, a população ficar sem ônibus.

Qual será sua próxima ação com relação à Pégaso?
Quero que o consórcio solucione. Após a multa contratual (no dia 20 de abril), o consórcio entrou com recurso. Imediatamente após o recurso chegar ao fim (o prazo para a defesa vai até outubro), se as medidas exigidas não tiverem sido respeitadas, aplicarei nova multa com a recomendação de exclusão da empresa. Se o problema é uma empresa, a laranja podre não pode ficar para estragar as outras.

Fiscalizar permanentemente o serviço é obrigação do poder concedente. É difícil na prática?
Sim, porque a cidade é gigante e o serviço funciona 24h por dia, com mais de nove mil ônibus e 20 mil profissionais envolvidos. Não tenho olhos para estar na cidade toda ao mesmo tempo, e nem tenho fiscal disponível para isso. Mas o advento do GPS para fiscalizar o cumprimento dos horários e a quantidade determinada de frota é um grande salto.

Fonte: http://extra.globo.com/


segunda-feira, 6 de julho de 2015

TJRJ suspendem busca e apreensão de ônibus Santa Eugênia

Notícia publicada pela Assessoria de Imprensa do TJRJ

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), por unanimidade de votos, suspendeu a busca e apreensão de 15 ônibus da empresa Santa Eugênia, que circulam na linha Borba Gato x Bayer do Brasil, nos municípios de Nova Iguaçu, Mesquita e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A decisão acolheu parcialmente um recurso (agravo de instrumento) da empresa. Os magistrados seguiram o voto do relator do processo, desembargador Fernando Foch. 

A ação de busca e apreensão foi movida pela Caruana S.A – Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento, após a Santa Eugênia ficar três meses sem quitar as parcelas do financiamento com alienação fiduciária, avaliado em R$2.500.000,00, somando juros e multas.  

Segundo o desembargador Fernando Foch, a apreensão dos ônibus prejudicaria a população, já que interromperia a operação da linha, deixando os passageiros sem transporte. “O que se discute no presente recurso é a razoabilidade da medida, que ao abranger a totalidade da frota da recorrente — fato incontroverso —, sem dúvida, inviabilizará o exercício da atividade empresária e interromperá, ainda que temporariamente, o fornecimento do serviço à parcela da população que dele se utiliza”, afirma.

Ao dar parcial provimento ao recurso, o magistrado mantém os veículos na posse da Santa Eugênia, mas determina que seus donos sejam transformados em depositários dos bens, não podendo vendê-los sob pena de prisão. Pelas regras, nos primeiros seis meses, a empresa pode pagar as parcelas, mesmo que em atraso. No entanto, a partir do sétimo mês, será obrigada a quitar os débitos em dia, sob pena de apreensão dos veículos.

O desembargador explicou que o Detro havia suspendido o serviço, exigindo a renovação da frota, o que levou a empresa Santa Eugênia a contrair a dívida. Como a autorização para voltar a prestar o serviço foi concedida apenas três dias antes das apreensões, não houve tempo de conseguir o dinheiro para quitar o financiamento. “De fato, independentemente de há quanto tempo o serviço vinha sendo prestado, fato é que, quando da busca e apreensão, a linha Borba Gato X Bayer do Brasil vinha sendo operada pela agravante que, ao que tudo indica, contraiu os empréstimos para renovar a frota e se adequar às exigências feitas pelo Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro – DETRO-RJ da Secretaria de Estado de Transportes do Estado do Rio de Janeiro”, ressalta o magistrado.

Agravo de Instrumento: 0019324-49.2015.8.19.0000

domingo, 3 de maio de 2015

Assaltos nos ônibus do BRT sobem 147%

Fonte: http://odia.ig.com.br/

A violência pegou carona no BRT. O número de ações criminosas registradas no sistema do início de janeiro até o dia 20 de abril subiu 147% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o corredor Transcarioca não estava inaugurado.

Foi um salto de 21 para 52 ocorrências diversas, como furtos e roubos a passageiros, bilheterias e equipamentos das estações — levando em conta só os casos que chegaram ao conhecimento do consórcio operador do transporte. Mulheres são as principais vítimas. 

A sensação de insegurança toma conta da rotina de passageiros, bilheteiros, motoristas e até mesmo dos controladores de acesso das estações. Amedrontados por assaltos diários e ameaças de bandidos, que invadem os coletivos do Transcarioca e do Transoeste próximo a redutos de traficantes, alguns cogitam abandonar o trabalho. Segundo eles, os criminosos agem armados, em grupo e principalmente à noite, após as 22h. 

Os funcionários preferiram não se identificar. Um motorista do Transcarioca teve o ônibus assaltado duas vezes só neste mês: “É um inferno. Um despachante contou que, na noite da última terça para quarta-feira, nenhum parador chegou à Estação Fundão sem relato de assalto. Mas de dia acontece muito também.” 

Ele explicou que os criminosos acessam as estações sem passar pela roleta, entram no ônibus, assaltam os passageiros e mandam o motorista abrir a porta no meio do caminho. “O parador Fundão-Madureira é o pior. Os viciados costumam entrar na Penha ou em Olaria e descem entre as estações Santa Luzia e Maré. Já houve motorista agredido porque não abriu a porta”, disse. 

Outro condutor, que roda nos dois corredores desde o ano passado, estima que já tenha presenciado cerca de nove assaltos. “Os pivetes desembarcam do Fundão expresso sentido Alvorada, na Estação Campinho, e embarcam no parador Alvorada, já visando alguma passageira que embarcou no Mercadão. Quando chega em alguma estação da Praça Seca, principalmente na Capitão Menezes, eles puxam a bolsa ou celular e descem.” 

“Quando houve a integração Santa Cruz- Barra, o acesso de bandidos aumentou, até porque não há controle de embarque nas estações. Entra quem quer. O pior é o trecho de Campo Grande. O profissional é agredido e ameaçado no seu local de trabalho”, relatou um motorista.

Os 52 atos criminosos contabilizados pelo Consórcio BRT só este ano representam quase 90% de todos os casos do ano passado, quando houve 60 ocorrências. E os números podem estar subestimados. “Esses registros referem-se aos casos em que a equipe de inteligência do consórcio atuou diretamente com base nas câmeras de vigilância ou na ação de seguranças e policiais. As autoridades de segurança podem ter outros registros”, informou a empresa em nota.

O Instituto de Segurança Pública só contabiliza “roubos em coletivo”, que incluem ônibus convencionais e o transporte alternativo. Segundo o órgão, 602 casos foram registrados no estado em março, o equivalente a 20 por dia. Só na capital foram 388. 

O Consórcio BRT explicou que mantém contato direto com o Estado-Maior da Polícia Militar, relatando os episódios, e adiantou que discute parceria para transmitir as imagens de seu Centro de Controle Operacional ao Centro Integrado de Comando e Controle, onde ficam as forças de segurança do estado. A PM afirmou que desenvolve um plano de ação para coibir os crimes relatados.

Além do risco de assaltos, os passageiros relatam que é comum viajar ao lado de pessoas que fumam ou usam drogas dentro dos ônibus. “Já vi gente fumando dentro do BRT do Cesarão para Santa Cruz. Esses seguranças e nada são a mesma coisa. Quando tem cabine da PM perto, não fazem nada. Fico constrangida”, contou a auxiliar de lojas Dayse Priscila da Silva, de 24 anos. 

O pedreiro Renato Madureira Coura, 35, também reclamou da ausência de seguranças. Quando ele conversava com a equipe do DIA na estação Via Parque, quarta-feira à tarde, não havia um sequer. O consórcio informou que os seguranças circulam no sistema, por isso nem sempre ficam nas estações, mas se recusou a informar a quantidade desses profissionais por questões estratégicas. Segundo o levantamento da empresa, houve 17 assaltos contra bilheterias desde o ano passado.


sábado, 25 de abril de 2015

Padre Miguel - Feital Transportes e Turismo renovando a frota.

Segundo informações ainda não totalmente confirmadas, a única empresa que opera na cidade do Rio de Janeiro e que não integra nenhum dos Consórcios de transportes, a Feital Transportes e Turismo, com nome fantasia de Padre Miguel, efetuou a compra de 18 unidades do ônibus usados, Caio Foz Super, chassis Mercedes-Benz OF-1418, sem ar condicionado, da Viação Novacap, e os carros já começaram a aparecer circulando na reativada linha 856-Marechal Hermes-Base Aérea de Santa Cruz, todavia, aparentemente rodando só até Campo Grande.

Devemos informar que a empresa foi vencedora de uma licitação realizada pela prefeitura, em 1997, que lhe dá o direito de operar 04 linhas, até 2017, atualmente a empresa opera a 875-Cascadura-Sepetiba (rodando só até Campo Grande ou até o Jardim 7 de Abril), e agora a supra citada.

Há boatos, ainda não confirmados, que a empresa também teria comprado unidades de Caio Apache Vip II da Viação Nossa Senhora de Lourdes.

Vamos aguardar.

Fonte das fotos: https://www.facebook.com/groups/busologosdorj/



Via Rio Class recebe os Neobus Mega BRS Scania oriundos da Translitorânea.

Já foram vistas algumas unidades dos ônibus Neobus Mega BRS, chassis Scania, sem ar condicionado, que pertenciam a Translitrorânea Rotas Turísticas, circulando pela linha 399-Passeio-Pavuna, da empresa Via Rio Class, Consórcio InterNorte.

Até o momento não temos o número exato da quantidade de veículos incorporados, e não sabemos se outras linhas serão contempladas.

Há ainda a possibilidade do repasse de mais veículos do mesmo modelo,  contudo oriundos da Rio Rotas Turísticas, outra empresa do mesmo grupo econômico que encerrou suas atividades.
Fonte da foto: https://www.facebook.com/groups/busologosdorj/

Em breve mais fotos e informações.

Motorista da ViaRio Class consegue salvar ônibus e passageiros de ataque de vândalos incendiários!

Fonte: http://odia.ig.com.br/

Acostumados à rotina de tiroteios e mortes no Complexo do Chapadão, moradores de Anchieta, bairro vizinho, hoje têm na volta para casa o momento de maior tensão. Na quarta-feira, dia em que cinco pessoas foram baleadas na região, seis trabalhadores imploraram pela vida dentro de um ônibus que, por ordens de traficantes, deveria ser queimado com passageiros vivos em seu interior, durante protesto pela morte de dois bandidos.

Interceptado por uma barricada de fogo na Rua Alcobaça, o coletivo da linha 399-Passeio-Pavuna, da Viação Via Rio Class, de acordo com passageiros, não foi carbonizado graças à coragem do motorista, que, diante dos apelos dos passageiros, evitou uma tragédia.

“Voltávamos para casa em silêncio, por volta das 22h, no sentido Pavuna, quando o ônibus reduziu diante do clarão. Sofás e pneus pegavam fogo, enquanto homens armados com armas e pedaços de pau cercaram o veículo. Diante do cerco, o ‘piloto’ tentou engatar a marcha a ré e voltar, mas ficou encurralado. Foi um terror”, narrou um dos passageiros.

De acordo com ele, durante os breves instantes de indecisão do motorista, pedras foram lançadas contra a janela do ônibus e os passageiros se jogaram no chão e se apegaram a toda sorte de fé.

“Uma senhora, de seus 70 anos, foi a única que permaneceu sentada. Apegada ao terço, ela rezava um Pai-Nosso, enquanto outra moça, de 20, repetia: ‘O Senhor é meu pastor e nada me faltará’”. Na tentativa de dialogar, o profissional teria aberto a janela. Foi quando ouviu a ordem dos bandidos para atearem fogo ao ônibus.

Quando ele avistou um homem empunhando um pedaço de madeira incandescente, o motorista se deicidiu por acelerar. Em ‘zig-zag’, a barreira de fogo foi rompida em alta velocidade, até o veículo chegar em local seguro. No caminho, os passageiros ainda viram o outro ônibus queimado no protesto, sem vítimas. “Quando vi as chamas, pensei que poderia estar em meio a elas”, concluiu o passageiro.

Parabéns a esse trabalhador que em meio a insegurança pública de nosso estado conseguiu agir de modo rápido e eficiente, salvando a sua vida, aos dos passageiros e preservando o ônibus que dirigia de ser totalmente destruído por esses selvagens.

Foto meramente ilustrativa, sem ligação direta com o fato noticiado.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Transportes Barra e Futuro na 811 e 812, Bangu-Presídios e Bangu-Carobinha.

Em razão da grave e aparentemente irrevessível crise vivida pela Viação Andorinha Rio, o Grupo Redentor vem aumentando a sua participação em linhas do Consórcio Santa Cruz, e agora assumiu a operação das linhas 811-Bangu-Complexo Penitenciário de Gericinó (via V.Kennedy) e 812-Bangu-Carobinha (via Guandu do Senna). Nesse momento estão operando na linha carros da Transportes Barra e da Transportes Futuro, todos com a pintura do Consórcio Transcarioca.

Agora resta saber se os carros serão transferidos para o Consórcio Santa Cruz, e os da Futuro para a Barra, ou se a Futuro também entrará neste consórcio.

Fonte das fotos: https://ocdholding.wordpress.com/