sexta-feira, 20 de março de 2015

Transportes Barra aumentando sua participação no Consórcio Santa Cruz.

A menor empresa do tradicional Grupo Redentor, Transportes Barra, mais atuante no Consórcio TransCarioca, e que até então só operava as linhas 801 e 803 no Consórcio Santa Cruz, e ambas em pool com outras duas empresas, recentemente aumentou a sua participação no Consórcio Santa Cruz. Primeiramente a empresa passou a operar sozinha a linha 803 e agora está operando as linhas 731-Marechal Hermes-Campo Grande (antiga 820) e a 737-Marechal Hermes-Santíssimo (antiga 800), anteriormente exploradas pela falimentar Viação Andorinha Rio.

A operação da linha 731, primeira a ser iniciada, já vem recebendo elogio dos usuários, esperamos que a operação da 737 também tenha seu nível tão elevado quando o da outra linha.

Há boatos, ainda não confirmados, de que a empresa pretente passar a operar também a linha 926-Penha-Senador Camará. Aguardemos as cenas dos próximos capitulos.

Fonte: http://buselite.blogspot.com.br/

Fonte: https://www.facebook.com/groups/busologosdorj

Mascarello Granvia Midi IV da Auto Viação Bangu.

01 unidade apenas - Chassis VW 17.230 OD - Com ar condicionado.

Fonte: http://galeriabsg.blogspot.com.br/ , visite o site, lá tem mais fotos!

Fonte: https://www.facebook.com/groups/busologosdorj , por: Felipe Dos Santos Brasil


quarta-feira, 4 de março de 2015

Viação Andorinha e Rio Rotas um verdadeiro cemitério de ônibus.

Fonte: http://g1.globo.com/

A greve dos funcionários das viações Andorinha e Rio Rotas chegou ao segundo dia nesta quarta-feira (04/03), pois os profissionais exigem o pagamento de salários atrasos, férias e outros benefícios como décimo terceiro.

O presidente do sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus do Rio, José Carlos, disse que desde o dia 16 de janeiro o Tribunal Regional do Trabalho está intermediando uma negociação entre as empresas e os empregados. Eles deram um prazo de 45 dias para que as empresas tomassem alguma providência, e como a data estabelecida venceu nesta terça-feira, os funcionários optaram pela justa paralisação.

Além do atraso no pagamento de salários e benefícios, os funcionários também protestam contra as precárias condições de trabalho e denunciam o reaproveitamento de peças e até pneus velhos e desgastados em ônibus em circulação.

O motorista Gilson Pereira dirige para a Viação Andorinha desde 2007. Ele afirma que ordens de serviço para reparo são rasgadas e os veículos chegam a sair da garagem sem peças novas.

"Se os passageiros soubessem, nem entrariam nos ônibus. As condições são precárias. Não existe peça de reposição. A manutenção tem que ficar na sucata para colocar peça velha. Muitas vezes, a nota [ordem de serviço para reparo do coletivo] é rasgada porque não tem peça e o carro sai assim mesmo", revelou.

A reportagem da Rádio Globo teve acesso a imagens do local chamado de "muro da sucata". É um espaço onde dezenas de ônibus, com média de cinco anos de uso, são desmontados aos poucos para que outros veículos sejam consertados. A maioria deles está apoiada em cavaletes, pois até os pneus são reutilizados em outros coletivos da empresa. Por falta de peças de reposição, os veículos já fora de uso e desmontados ficam, então, em um local que parece um "cemitério de ônibus".

"O carro encosta com algum defeito. Sem peça, o ônibus fica parado e vão tirando uma peça para repor outro várias vezes. Com isso, o carro já está no esqueleto, sem condições de trabalho", explicou o motorista Gilson.


Cerca de 160 coletivos estão parados sem condição de uso nas garagens das empresas. Enquanto isso, 75 ônibus estão disponíveis para atender as 27 linhas operadas pelas duas viações, o que dá uma média de 3 ônibus em operação para cada linha.

As duas companhias, que na verdade pertencem aos mesmos donos e são administradas conjuntamente, afirmaram que estão negociando com os funcionários o fim da paralisação. Elas disseram ainda que aguardam na Justiça o desbloqueio de receitas que estão retidas judicialmente, e que esses recursos seriam usados para pagar salário e férias atrasadas.


A situação em que esse grupo econômico chegou é calamitosa, o que incluí também as empresas Algarve e Via Rio, sendo uma verdadeira omissão da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro não intervir nas mesmas e redistribuir as linhas que estas operam com frotas escassas e mal conservadas, como demonstram as fotos abaixo.


Ônibus da Fagundes invade casa em São Gonçalo.

Fonte: http://g1.globo.com/

A bruxa está solta no que diz respeito ao transporte coletivo de São Gonçalo, pois após um ônibus da Mauá ser totalmente incendiado após colidir contra um poste, outro ônibus invadiu uma casa na Rua Padre Afonso Rodrigues, na noite de ontem.

Bombeiros do quartel da cidade foram acionados e de acordo com a corporação, Sheila Ramos do Nascimento, de 59 anos, ficou ferida e foi socorrida ao Hospital Estadual Alberto Torres. Segundo o hospital, a vítima foi medicada e liberada em seguida.

Até as 13h desta quarta, o veículo ainda permanecia no interior do imóvel, que chegou a correr o risco de desabar. Técnicos da Defesa Civil estavam no local fazendo intervenções para instalar contenções.

A coordenadoria de Defesa Civil da Prefeitura de São Gonçalo informou que a estrutura da residência foi afetada. A Auto Ônibus Fagundes, proprietária do veículo vai realocar a família e será responsável pelas obras de escoramento para a retirada do ônibus e por todos os danos estruturais da residência. Ainda segundo o órgão, o veículo deve ser retirado do local na tarde desta quarta após o trabalho de escoramento.

Ainda segundo a empresa, uma apuração interna indicou que o motorista pode ter sofrido um mal-súbito, mas a Auto Ônibus Fagundes aguarda a conclusão do trabalho pericial para apontar as causas do acidente, mas segundo algumas pessoas contaram à imprensa, o motorista disse, no local, que o ônibus estava sem freios.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Marcopolo New Torino da Transturismo Rio Minho.

Fonte: http://galeriabsg.blogspot.com.br/

A Transturismo Rio Minho comprou Marcopolo New Torino com ar condicionado. Os veículos foram adquiridos com configurações semelhantes aos Torino 2007 recentes: chassis da Mercedes-Benz OF-1721 Euro 5 encurtado, ar condicionado da Spheros, elevador PNE da Foca, vistas da Setbus e poltronas na cor coral, que já se tornou uma marca nos urbanos da empresa. Até o momento, apenas 3 carros haviam chegado à garagem com prefixos mais altos, o que indica possivelmente um aumento de frota. 

> CARACTERÍSTICAS DOS VEÍCULOS:

- Modelo: Torino
- Montadora: Marcopolo
- Chassis: OF-1721 BlueTec 5
- Fabricante: Mercedes-Benz

Lista do SwissLeaks cita 31 pessoas ligadas à direção de empresas de ônibus do Rio

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Trinta e um sócios, diretores e parentes de donos de empresas de ônibus municipais do Rio de Janeiro tinham contas bancárias listadas no HSBC da Suíça nos anos de 2006 e 2007. A lista de nomes surgiu no que já é considerado o maior vazamento de dados bancários da história, conhecido como SwissLeaks.

Os dados foram divulgados no portal UOL, por meio do blog do jornalista Fernando Rodrigues, que atua na investigação brasileira do SwissLeaks. A apuração é coordenada pelo ICIJ (International Consortium of Investigative Journalists), que recebeu os dados num acordo com o jornal francês “Le Monde”.

A lista do HSBC já tinha mostrado como um dos integrantes o mais rico dos empresários de ônibus do Rio, Jacob Barata, de 83 anos, conhecido como o “Rei do Ônibus”. Jacob Barata e seus familiares têm participação em 16 empresas de ônibus municipais do Rio de Janeiro.

Em 2006 e 2007, os registros do HSBC “private bank” de Genebra, na Suíça, indicavam que Jacob manteve US$ 17,6 milhões em uma conta conjunta com sua mulher, Glória, e seus filhos, Jacob, David e Rosane.

Ainda segundo o UOL, a conta da família Barata era identificada por meio de uma combinação alfanumérica (1640BG). Depois, passou para o nome de uma empresa (a Bacchus) num paraíso fiscal do Caribe. A conta existia desde 1990, e Glória e Rosane foram agregadas em 2004.

Em nota, o empresário Jacob Barata Filho negou a existência das contas relacionadas à família. A mensagem cita que os "supostos valores divulgados pela imprensa são absurdos" e nega, ainda, qualquer conta no Banco Santos em seu nome ou de sua família.

VAZAMENTO CONTÉM ARQUIVOS SECRETOS DO BANCO

O site explica também que só é possível saber que a conta 1640BG e, posteriormente, a conta Bacchus pertencem aos Barata porque o vazamento de dados do HSBC contém todos os arquivos mais secretos do banco. De maneira inédita na história está sendo possível identificar as pessoas físicas por trás das antes inexpugnáveis “contas numeradas da Suíça”, quase sempre controladas por empresas em paraísos fiscais. Ao todo, são cerca de 106 mil clientes em 203 países e depósitos da ordem de US$ 100 bilhões.

Entre os 106 mil que tiveram seus sigilos revelados estão Jacob Barata, sua família e outros proprietários de empresas de ônibus no Rio. A família Barata abriu sua conta secreta na Suíça há quase 25 anos, em 6 de maio de 1990, segundo registros do HSBC.

A partir de 2004, os valores não precisaram mais ser movimentados diretamente pelos Baratas. Segundo o UOL, é que nesse ano foi acrescentada à conta uma empresa offshore autorizada a fazer depósitos e retiradas: a Bacchus Assets Limited, com sede em Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas, um território ultramarino do Reino Unido. Trata-se de um paraíso fiscal, uma localidade que tem impostos muito baixos ou inexistentes e promete sigilo absoluto para quem abre uma empresa.

As informações do HSBC incluem os nomes dos clientes, os valores depositados à época (2006 e 2007) e registros detalhados das reuniões mantidas por funcionários dos bancos e seus correntistas – com local, data e teor da conversa. O site ressalta que esse conjunto de dados confere grande solidez à história de cada pessoa que buscou abrigo no sigilo financeiro da Suíça.

De acordo com o UOL, uma das fichas de Jacob Barata revela como foi a reunião de um representante do banco com um dos titulares da conta em 25 de agosto de 2005, no Rio de Janeiro, para tratar da taxa de juros aplicada ao seu investimento. Segundo o HSBC, o correntista saiu do encontro “very satisfied” (muito satisfeito).

PUBLICIDADE


A ficha de Jacob Barata também revela que sua família recorreu ao HSBC da Suíça para administrar recursos depositados no Banco Santos. A instituição financeira era controlada por Edemar Cid Ferreira e teve sua falência decretada em 20 de setembro de 2005.

A primeira reunião sobre o tema ocorreu em 18 de março de 2005, apenas quatro meses após o Banco Central do Brasil intervir no Banco Santos. Um representante da família Barata encontrou-se com um funcionário do HSBC, no Rio de Janeiro, e assinou uma “autorização especial de representação” para a agência suíça.

Em 19 de setembro de 2005, também no Rio, os Baratas entregaram uma procuração para os advogados do HSBC suíço atuarem em seu nome perante o Banco Santos.

O dinheiro da família Barata no Banco Santos estava depositado em uma conta da offshore Bacchus Assets Limited. Em 30 de novembro de 2012, a Bacchus ainda era credora de R$ 7,5 milhões da massa falida do Banco Santos, em valores equalizados para 20 de setembro de 2005.

A reportagem do UOL diz ainda que não está claro como os recursos da família Barata — e de outros proprietários de empresas de ônibus no Rio — foram para o exterior. Para que operações dessa natureza sejam legais, é necessário registrar a saída do dinheiro do Brasil (isso é feito no Banco Central) e informar a existência das contas no exterior na declaração anual do Imposto de Renda.

O Blog do Fernando Rodrigues tentou ouvir todos os donos das empresas de ônibus no Rio que estão na lista do HSBC. Todos negaram irregularidades.

LISTA DO HSBC APONTA OUTROS NOMES

Além da família Barata, a listagem do HSBC suíço, a que o UOL teve acesso, relaciona outros sócios, diretores e parentes de empresas de ônibus cariocas. Um deles é Generoso Martins das Neves, administrador da empresa Braso Lisboa.

Em 2006 e 2007, segundo a reportagem, Generoso mantinha US$ 3,3 milhões em uma conta conjunta com os seguintes parentes: Generoso Ferreira das Neves, Elisa Martins das Neves de Albuquerque, Cassiano Martins das Neves e Cristiane Trindade das Neves, todos sócios ou administradores da mesma companhia. Também era titular da conta Franci Trindade das Neves, sem vínculo formal com a Braso Lisboa.

A ficha do HSBC registra um detalhe de reunião mantida entre um membro da família Neves e um funcionário do HSBC, no Rio de Janeiro, em 27 de julho de 2005. O titular da conta reclamou que seu investimento era remunerado a uma taxa de juros fixa. O banco respondeu que, naquele momento, não recomendaria alterar o portfolio.

A conta da família Neves foi aberta em 3 de agosto de 1989, sob o código 6954GS. Em 2006 e 2007, não havia nenhuma empresa offshore autorizada a movimentar os valores depositados.

Ernesto e Elza Ribeiro Martins, sócios da empresa Rodoviária A. Matias, eram clientes do HSBC na Suíça. Ernesto acumula o cargo de diretor da Auto Viação Tijuca. Na época do extrato, ambos compartilhavam US$ 5,4 milhões na conta 15062ER do HSBC em Genebra, aberta em 7 de junho de 1990.

Outros sócios da Rodoviária A. Matias também mantinham dinheiro na Suíça. Leonel Neves Barbosa, Amelia Raquel Neves de Noronha Barbosa e Claudia Neves Barbosa tinham, em 2006 e 2007, US$ 4,8 milhões na conta 15046LM do HSBC em Genebra.

A família Barata, ouvida pelo UOL, negou a existência das contas. Os demais sócios e diretores foram procurados pelo Blog de Fernando Rodrigues, mas não responderam.

Manter dinheiro depositado no exterior não constitui uma ilegalidade segundo a lei brasileira, desde que os recursos tenham sido enviados de forma oficial e declarados no Imposto de Renda à Receita Federal. Cabe às autoridades brasileiras fiscalizar eventual sonegação de impostos e evasão de divisas.

Marcopolo New Torino da Real Auto Ônibus.

Fonte: http://www.rioonibusinforma.com/

40 novos ônibus modelo New Torino, fabricados pela Marcopolo e encarroçados sobre chasis VW 17.230, já integrão a frota do Consórcio Intersul. Os veículos têm um extenso pacote tecnológico, que inclui câmbio com transmissão automática e painel digital em que com apenas um toque o motorista controla dispositivos do veículo como iluminação interna , faróis e acionamento do limpador de para-brisa. Os ônibus são equipados com duas câmeras de segurança e GPS (Global Position System), que permite a localização do coletivo em tempo real. “Esses ônibus, além de dar mais conforto aos rodoviários que trabalharão neles, vão melhorar a qualidade do transporte oferecido à população do Rio de Janeiro”, afirma Oswaldo Dias, diretor administrativo do Grupo Real. A empresa também investiu em 13 ônibus do modelo rodoviário (Frescão), que vão integrar a frota do consórcio Transcarioca.

Os 40 veículos estão atendendo as linhas 111 (Rodiviária – Jardim de Alah), 178 (Rodoviária – São Conrado), 463 (Copacabana – São Cristóvão) e 181 (Rodoviária – São Conrado). Os ônibus também são equipados com dupla roleta em que os passageiros que usam cartão passam por um lado e os que usam dinheiro por outro. 


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ônibus da Viação Mauá sofre grave acidente e deixa cinco mortos!

Fonte: https://www.facebook.com/bandnewsfmrio

Oito pessoas morreram e pelo menos outras nove ficaram feridas na Rua Getúlio Vargas, no bairro Santa Catarina, na cidade de São Gonçalo, após um ônibus da Viação Mauá bater em um poste e pegar fogo, após o transformador cair em cima do coletivo.

Segundo a Polícia Militar, corpos estavam empilhados no fundo do ônibus e o socorro estava em andamento. Entre os oito óbitos confirmados, pelo menos três estavam do lado de fora do ônibus. Até as 8h não havia identificação das vítimas, pois os corpos estavam carbonizados, entre eles o de uma criança que estava nos braços da mãe.

A perícia foi realizada no ônibus Marcopolo Viale da empresa, que fazia a linha 532M-Niterói-Alcântara.