sexta-feira, 5 de julho de 2013

Ônibus da linha 378, B11591, da Viação Vila Real, colide com trem de manutenção e deixa 18 feridos.

Um ônibus que atravessou a passagem de nível oficial da Rua Aurélio Valporto, em Marechal Hermes, no Subúrbio do Rio, por volta de 11h45 desta sexta-feira, sem respeitar a sinalização do local, que funcionava perfeitamente, atingiu um trem de manutenção a Supervia. 
O acidente ocorreu na linha auxiliar que liga Honório Gurgel à Deodoro, e que é mais utilizada pelo trem cargueiro de cimento e pelos trens do ramal de Japeri, no início da manha e no final da tarde e início da noite, com saídas especiais e expressas da Central do Brasil.
O quartel de bombeiros de Guadalupe enviou agentes ao local para prestar socorro às 18 vítimas, sendo que uma foi liberada no local, e as demais foram encaminhadas para os hospitais Carlos Chagas, Getúlio Vargas e Albert Schweitzer.
O Núcleo de Policiamento Ferroviário (NPFer) e a Guarda Municipal também foram acionados.
A delegada Márcia Julião, titular da 30ª DP (Marechal Hermes) e responsável pelas investigações, já requisitou as imagens das câmeras de vídeo do ônibus à empresa. Ela espera também analisar as imagens de uma câmera do 9º Batalhão de Polícia Militar (Rocha Miranda), instalada no local. "As imagens vão mostrar se o veículo avançou o sinal vermelho ou se o sinal não armou e houve uma falha mecânica".
Caso fique comprovado que o motorista do ônibus avançou o sinal vermelho, o que de fato ocorreu segundo todos os moradores do local, ele poderá ser indiciado por lesão culposa.
A delegada vai analisar ainda o funcionamento do equipamento de sinalização. Segundo relatos de moradores do local, às vezes o sinal arma e nenhum trem passa. "Vamos investigar se isso pode ter ocasionado eventual descuido do motorista", disse a delegada.
A Supervia informou que o maquinista e o auxiliar, que estavam dentro da composição, não ficaram feridos.
A Agetransp, agência responsável por fiscalizar os transportes públicos do Rio, informou que abriu um boletim de ocorrência para apurar o acidente.
Motorista abalado

Às 15h30, o motorista do ônibus aguardava ser ouvido na delegacia. Abalado, se limitou a dizer que estava preocupado com as vítimas e não quis comentar o acidente.


terça-feira, 2 de julho de 2013

Viação Novacap, uma singela homenagem!

Dando continuidade a homenagem que tenho feito as empresas que marcaram a minha infância, agora apresento a Viação Novacap, com fotos da pintura utilizada na década de 80, que mais me marcaram.

Fonte das fotos: http://www.ciadeonibus.com/CDO_RJ_RJ_NOVACAP.htm

Fonte do informe: http://www.viacaonovacap.com.br/viacao_novacap.php

Abreviação para a palavra “Nova Capital”, a Novacap foi criada em homenagem à capital do país, Brasília, que foi inaugurada em 21 de abril de 1960.
A Viação Novacap S/A foi fundada no dia 2 de maio de 1961. Em 1981, foi adquirida pelo atual grupo de sócios, que iniciou um trabalho de ampliação e modernização. Localizada em Bento Ribeiro, Zona Oeste do Rio de Janeiro, é uma empresa prestadora de serviços de transporte urbano e possui uma frota de ônibus bastante significativa.
Atualmente, a Novacap é a segunda empresa do Rio de Janeiro que proporcionalmente mais transporta gratuidades (idosos, estudantes da rede pública, deficientes, etc) e, através de 4 linhas municipais regulares e uma variante, fornece transporte a milhares de passageiros diariamente. Desta forma, para que este serviço seja prestado continuamente com a melhor qualidade possível, é necessário que a empresa possua uma oficina organizada e eficiente, com profissionais qualificados, além de uma visão empreendedora.




segunda-feira, 1 de julho de 2013

Transportes Futuro no BRT TransOeste.

E este dia de São Pedro, 29/06/2013, marcou o início da operação do Grupo Redentor, através da empresa mais jovem do Grupo, a Transportes Futuro, no corredor BRT TransOeste, com os novíssimos Neobus MegaBRT, encarroçados sobre chassis Volvo B340M, de motor central.


Fonte das fotos: http://onibusexpresso.wordpress.com, site que parabenizo pelo belíssimo trabalho em prol da busologia.

sábado, 29 de junho de 2013

Quinto Consórcio foi criado para operar BRT do Rio de Janeiro.

No já nebuloso sistema de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, surge mais um personagem até então desconhecido. Apesar de quatro consórcios terem ganhado a licitação para a operação do transporte rodoviário em 2010, foi criado no ano passado, sem nenhum alarde e sem uma nova licitação, um quinto conglomerado de empresas para operar todos os BRTs que a prefeitura planeja implantar na cidade até 2016. O GLOBO chegou ao novo grupo através de um convênio, de R$ 5,3 milhões, assinado na quinta-feira com a Secretaria de Segurança para a cessão de PMs de folga para proteger as estações e usuários do Transoeste, que liga a Barra da Tijuca a Campo Grande e Santa Cruz. Empresários e a prefeitura dizem que a participação de terceiros foi prevista no edital de concessão. Mas especialistas alertam que a prática pode gerar distorções e dúvidas sobre o lucro das empresas, ou até o cálculo da tarifas.
O Consórcio Operacional BRT, como foi batizado, é controlado pela Jabour e pela Pégaso, que integram o Consórcio Santa Cruz, responsável pelo transporte de passageiros na Zona Oeste (exceto na Barra e em Jacarepaguá). Ou seja, as duas empresas, que são sócias, terceirizam os serviços para si mesmas. O novo grupo implantou e mantém com pessoal próprio um Centro de Controle Operacional (CCO) com câmeras no Terminal Alvorada, na Barra. A equipe inclui até um funcionário para monitorar as redes sociais e identificar qualquer descontentamento com os serviços. Os funcionários podem até mesmo entrar em contato com as empresas para solicitar reforço de frota ou alterar intervalos conforme a demanda.
A autonomia chega a tal ponto que o novo grupo contratou a Algarve, que também integra o consórcio Santa Cruz, para complementar a frota do Transoeste.
Para a advogada especializada em direito administrativo Sandra Helena Marques de Santana, a contratação de um quinto consórcio pelas concessionárias não é ilegal. Mas ela ressalta que cabe nesse caso uma discussão sobre a moralidade :
A prática é imoral, porque esse contrato gera despesas para concessionárias. Representa um gasto que será repassado às planilhas de custos que servem de referência para calcular o reajuste das tarifas explicou Sandra Helena.
O economista Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, estranha a criação do novo consórcio. Para ele, é necessária uma auditoria pesada em cima das contas das empresas.
Sempre questiono o fato de as empresas de ônibus serem de capital fechado. Isso dificulta o controle. Neste caso específico, da criação de mais um grupo, o que me preocupa é que acaba havendo um acúmulo de lucro em cascata, o que deixa tudo ainda menos transparente.
Por ser terceirizado, o Consórcio BRT não tem que prestar contas diretamente à prefeitura. Ao saber da existência do grupo pelo GLOBO, o vereador Paulo Pinheiro (PSOL) se reuniu com o colega Eliomar Coelho, do mesmo partido, que já adiantou que vai propor que o caso seja um dos alvos da CPI que começa em agosto:
É um dado novo. Reafirma e reforça a ideia de que o processo no Tribunal de Contas do Município não deveria ter sido arquivado.
O consultor do consórcio, Fernando Aurélio, estima que o CCO tenha custado cerca de R$ 4,5 milhões. O custo mensal das operações chega a R$ 2,5 milhões. No orçamento, está a despesa com os PMs, que, até recentemente, eram contratados pelo Sindicato das Empresas de Ônibus. Pela engenharia montada, o novo grupo terá no futuro mais sócios para ratear as despesas, na medida em que forem inaugurados mais corredores de BRTs. Os futuros participantes serão empresas dos consórcios Transcarioca (Barra e Jacarepaguá) e Internorte (Zona Norte).
A estimativa da prefeitura é que, do total de 4 milhões de viagens diárias por ônibus, até dois milhões serão feitos por BRTs futuramente. O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osorio, defende o modelo. Segundo ele, a integração ajudará a melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias.
O BRT não é propriamente um novo consórcio. Mas um acordo operacional que aprimora o sistema. Não há nada de errado. Estava previsto no edital e fomos previamente informados disse Osorio.
O presidente do Sindicato das Empresas de Ônibus, Lélis Marcus Teixeira, argumentou que o novo consórcio não visa ao lucro:
A finalidade do novo consórcio é a parte operacional. Trata-se apenas de uma forma de ratear despesas explicou Lélis.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

80 ônibus da Expresso Pégaso são interditados.

A Expresso Pégaso teve 80 ônibus interditados pelos Agentes do Procon do Rio nesta sexta-feira, em Campo Grande,na zona oeste da cidade. Após denúncias de irregularidades a operação Roleta-Russa foi deflagrada na madrugada desta sexta-feira.
As composições apresentavam irregularidades como dedetização e extintores vencidos, setas e buzinas sem funcionar, bancos soltos e elevador para deficientes quebrados, além de estarem com a documentação vencida, desde 2010.
A empresa líder do Consórcio Santa Cruz conta com 700 ônibus na frota, atendendo bairros da zona oeste, como Santa Cruz, Campo Grande e Barra da Tijuca, assim como o BRT TransOeste.
Esta é a segunda vez que a empresa é fiscalizada e multada.

domingo, 16 de junho de 2013

CAIO apresenta o novo Solar.


A frente nova conta agora com as grades frontais totalmente redesenhadas, com entradas de ar maiores, melhorando a refrigeração do motor. O novo farol é um conjunto óptico único, com características automobilísticas, possuindo uma moderna linha em LED, que funciona como luz de posição. Os retrovisores são mais modernos e maiores, proporcionando maior visibilidade ao motorista.

A traseira possui um design novo com as lanternas traseiras em um bloco único, com luzes em LED, e o Break Light maior e mais moderno. 

As linhas gerais e junção de acabamentos das laterais dão maior limpeza visual e harmonia para o novo Solar. O chapeamento lateral foi arredondado na parte inferior (saia) e as aletas para captação do filtro de ar também foram redesenhadas; a porta de acesso possui também um design mais moderno.

O salão conta com novas poltronas, mais confortáveis, além dos itens já tradicionais, como Iluminação em LED que possui maior economia e facilita a manutenção e piso antiderrapante, que dá mais segurança aos usuários, além de ser de fácil limpeza. Possui também, luz de leitura individual e ajustável, trazendo maior comodidade aos passageiros e numeração iluminada, que facilita a localização dos assentos pelos usuários.  

O modelo pode ser encarroçado sobre chassis Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen, Volvo e outros. Possui comprimento de 10.500 a 13.200 mm, largura externa de 2.600 mm, e a altura externa de 3.260 e interna de 1.950.

Um dos destaques do modelo é possuir luzes delimitadoras maiores, que realçam a imponência da carroceria, além de melhorar a visibilidade do veículo, pelos outros condutores, no período noturno.

Tem como opcionais o vidro colado ou vidro colado com janela de correr embutida com ou sem transpasse; poltrona deslizante; ar condicionado; calefação; anteparo baixo; bagageiro com proteção de mala; calotas; sanitário; entre outros, gerando um maior conforto para os passageiros.

A Caio Induscar investe em produtos que proporcionam aos passageiros uma viagem tranquila, com conforto e segurança, além de facilidade na manutenção.


sábado, 15 de junho de 2013

Peugeot lança versão Longa Teto Alto da Boxer Minibus.



Acaba de chegar à rede de concessionárias  Peugeot a nova versão da van Boxer Minibus. A carroceria  Longa Teto Alto, oferece mais espaço aos passageiros e disponibiliza ar-condicionado com duto central. A vantagem desse sistema é refrigerar a cabine de forma mais rápida e eficiente, pois conta com três saídas independentes para cada uma das quatro fileiras de bancos do modelo, que transporta até 16 passageiros. 

Vidros e travas elétricas foram integrados à lista de equipamentos de série, que conta ainda com direção hidráulica, porta corrediça lateral, barra de proteção lateral, tacógrafo, encosto elevado dos bancos traseiros e bancos revestidos em tecido e vinil. Essa versão passa a dispor de sistema de freios ABS e airbag para motorista como itens opcionais. 

Todas as versões da Boxer são equipadas com o motor 2.3 HDi, a suspensão dianteira é independente, tipo McPherson, com braços oscilantes inferiores à geometria triangular, barra estabilizadora, molas helicoidais e amortecedores hidráulicos telescópicos com fixação elástica na carroceria. Na parte traseira a suspensão é composta por um eixo rígido tubular, com mola de uma lâmina longitudinal. 

Confira a tabela de preços da linha Boxer: 

Boxer Furgão 330 C: R$ 77.390
Boxer Furgão 330 M mais ar-condicionado: R$ 84.990
Boxer Furgão 350 LH: R$ 86.790
Boxer Furgão 350 LH ABS mais airbag mais ar-condicionado: R$ 94.290
Boxer Furgão 350 LH VITRE: R$ 87.990
Boxer Furgão 350 LH VITRE ABS mais airbag: R$ 90.490
Boxer Minibus 330 M: R$ 87.990
Boxer Minibus 330 M ABS mais airbag mais ar-condicionado: R$ 95.990
Boxer Minibus 350 LH mais ar-condicionado: R$ 102.490
Boxer Minibus 350 LH mais ABS mais airbag mais ar-condicionado: R$ 104.990


Mercedes-Benz anuncia recall de 5 modelos de caminhão.

A Mercedes-Benz protocolou Campanha de Chamamento para substituição dos parafusos de fixação dos braços de direção e ligação do eixo dianteiro dos caminhões Axor modelos 2831/48, 2536S/36, 2544/36, 2644S/33 e 2644/36, fabricados em março e abril de 2013. A possível soltura dos parafusos pode ocasionar a "perda de dirigibilidade, provocando, em casos extremos, acidentes e danos físicos aos ocupantes dos veículos e terceiros".
A Campanha, que teve início em 20 de maio de 2013, abrange veículos com numeração de chassi, não sequencial, compreendida entre os intervalos 9BM958264DB901542 a 9BM958451DB901940.
O Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita.