quinta-feira, 4 de junho de 2009

Mascarello cresce acima da média

Por Antonio Ferro
Em estudo divulgado pela Mascarello Carrocerias e Ônibus, a encarroçadora paranaense revelou que teve o maior crescimento individual em 2008, entre as associadas da Fabus. “A Mascarello mostra que mesmo em tempos de crise tivemos um crescimento jamais visto na indústria de ônibus do país, provando que com uma administração séria e uma linha de produção ágil e eficiente. Ainda temos tudo para continuar crescendo em 2009, gerando mais negócios e empregos”, revelou Jair Luiz Bez, diretor industrial da Mascarello.
O estudo comparou a produção e vendas das oito maiores encarroçadoras, tendo a Mascarello posição de destaque também na variação da participação no mercado. Segundo o diretor da empresa, ela cresceu 32,43% perante o mercado, o que totalizou 1523 carrocerias produzidas no ano passado. A empresa também avançou sua posição no setor, crescendo em 18,72% sua participação desde 2007. “Em apenas 5 anos de existência, a encarroçadora paranaense já produziu 5227 ônibus rodoviários, urbanos, micros e mini para o mercado brasileiro e exterior, uma marca muito expressiva”, destacou Bez.


http://galeria.portalinterbuss.net

Fonte: http://galeria.portalinterbuss.net

Talvez essa seria uma opção mais viável e pssível para empresa como TAU, Ocidental e Feital, dentre outras, com esse chassis ou com outro, contudo, em razão do preço, que poderia proporcionar uma maior quantidade de veículos adquiridos, outros critérios deveriam ser deixados de lado por estas empresas, tais quais, beleza, valor de revenda e até confiança na marca e etc. E assim, um veículo como esse, poderia ajudar bastante a melhorar o serviço destas empresas.
Marcello Muniz




PIONEIRISMO NO ANDAR DE CIMA

Fonte: http://revistaautobus.blogspot.com

Por Antonio Ferro

O que hoje virou sinônimo de sofisticação nas estradas brasileiras, há alguns anos era apenas um protótipo com grande tendência de tirar o fôlego de empresários e passageiros. O modelo Gemini é considerado o precursor do ônibus rodoviário com dois andares em nosso país.O ano era 1989, quando no 6º. Salão Internacional do Transporte (conhecido como Brasil Transpo), foi apresentada uma carroçaria inovadora e inusitada, porque não dizer, pois ainda não havia nada de igual no segmento brasileiro de transporte rodoviário de passageiros. Era o Gemini, produzido pela extinta encarroçadora Thanco, de Guarulhos (SP), pioneira também na produção de um modelo urbano double decker para a cidade de São Paulo. Apesar de não ser a primeira operação com um ônibus de dois andares em nosso país – o princípio com esse tipo de veículo ocorreu na cidade do Rio de Janeiro na década de 20 com algumas unidades importadas da Inglaterra – o fato é que podemos destacar a sua aparição no cenário nacional como uma tentativa de modernizar o sistema rodoviário naquela época, pois contávamos apenas com modelos convencionais, que não ofereciam nenhuma inovação em termos de conforto, visão panorâmica e versatilidade operacional.

A idéia com o novo ônibus era operá-lo na linha São Paulo – Rio de Janeiro, a ponte rodoviária, num percurso com mais de 400 km, com possibilidade na redução de até 50% no gasto com combustível, transportando, em um único veículo, 80% a mais de passageiros que um modelo convencional. Com essas vantagens, a Thanco esperava cair nas graças de operadores e passageiros. Mas isso não aconteceu, pois as normas brasileiras para a fabricação de ônibus engessavam qualquer tentativa de modificar o conservador modo de transportar passageiros em ônibus por nossas estradas. Somente 10 anos depois é que um outro modelo com dois andares ressurgiria e começasse a transformar o panorama dos ônibus nacionais.

Além dos dois pavimentos, o Gemini lançou moda com outras inovações, como o arranjo interno em seu salão de passageiros, sendo possível oferecer dois tipos de serviços – leito no andar inferior e executivo no superior ou uma categoria luxo, com alto grau em conforto e segurança, como a instalação de uma sala de jogos, de estar ou até um pequeno bar no 1º. piso (1,80 m de altura) e poltronas requintadas no 2º. pavimento (1,70 m). A qualidade dos serviços era um impulso significativo para que o Gemini ganhasse estrada. Dentre as suas principais características construtivas era destaque a estrutura, construída com perfis de aço carbono na base, laterais e teto, revestida de alumínio (teto e laterais) e fibra de vidro (frente e traseira). A carroçaria possuía 13,20 m de comprimento e em sua configuração normal podia ser equipada com 76 poltronas (20 no piso inferior e 56 no superior), além de um amplo wc instalado ao lado da escada de acesso ao andar superior, que promovia uma privilegiada visão externa.

Dotada do chassi Scania K112 TL, versão 6x2, com motor DSC 11 desenvolvendo 333 cv, caixa de transmissão com 5 velocidades e suspensão pneumática em todos os eixos, a carroçaria Gemini possuía 4,26 m de altura, dimensão que causou polêmica no DNER, então órgão que editava as regras para a fabricação de ônibus rodoviários. O projeto Gemini ainda seguiu uma série de procedimentos de acordo com os mais modernos conceitos brasileiros de ergonomia encontrados naquela época, além de estar em harmonia com as principais normas externas. Se o Gemini Thanco não obteve sucesso operacional por estar fora dos parâmetros máximos dos modelos brasileiros de carroçarias, ele ficou reconhecido pela ousadia em provocar as primeiras modificações no ônibus brasileiro, transformando-se em um objeto de inspiração para outras marcas encarroçadoras, em outros tempos.


Foto - arquivo Scania do Brasil

Foto - reprodução da extinta Revistur

Arquivo Paulo Valiete

Início das vendas do Midi OF 1218

A categoria intermediária entre o micro ônibus e o modelo urbano básico, representada pelo segmento midibus, tem agora mais um chassi disponível no mercado brasileiro de ônibus. O OF 1218, com a oficialização de sua comercialização, vem para ampliar o leque de produtos da Mercedes Benz para as diversas demandas do transporte de passageiros. O chassi, que foi desenvolvido para carroçarias com comprimentos entre 9 m e 9,6 m, tem PBT de 12.800 kg e está equipado com o motor OM 904 LA, o mesmo do modelo OF 1418, com potência de 177 cv. A predominância por veículos com motores dianteiros, frente as variações do mercado nacional, por suas peculiaridades em função das diferentes topografias ou das condições da infra-estrutura viária, tornam o novo modelo um produto adequado para atender a realidade do transporte urbano do Brasil, que nas palavras de Curt Axthelm, é um produto ajustado e já preparado de fábrica ao tamanho de uma carroçaria midi. Ele vem com patilhas (abas de suporte) que facilitam e agilizam o encarroçamento. “Acreditamos ter a melhor opção a oferecer para o segmento de midibus, pois o chassi conta com muitos benefícios, como a trambulação no painel, com trocas mais suaves e na utilização de uma carroçaria com valor menor de 5% (largura de 2,40 m), além da redução em torno de 4% a 5% no consumo de combustível em comparação a um modelo de 14 toneladas”, disse Curt Axthelm.
O chassi OF 1218 possui entre-eixos de 4,41 m e altura do quadro em 854 mm. Segundo a montadora, são vários os itens que tornam o modelo num veículo ideal ao transporte urbano, como a utilização das molas parabólicas em sua suspensão, promovendo maior conforto e menor ruído interno; freio pneumático a tambor equipado com o sistema Top Brake; a manutenção diária é facilitada, pois os equipamentos como os reservatórios de óleo e água e o filtro de ar estão dispostos de maneira acessível para uma rápida inspeção e a presença do sistema de diagnose, indicando no painel todas as informações dos módulos eletrônicos, permitindo uma verificação das principais funções relacionadas ao funcionamento do motor. “O OF 1218 oferece um desempenho com melhores resultados e maior rentabilidade ao frotista”, concluiu o executivo da Mercedes Benz.

PETITTO LEVA O PRIMEIRO DD

Por Antonio Ferro

A Transportadora Turística Petitto Ltda., de Pradópolis (SP), é a primeira empresa brasileira de ônibus a receber a nova geração do Panorâmico DD produzido pela Busscar. O novo ônibus recebeu chassi Scania K124 (6x2) e configuração interna para promover total conforto e comodidade aos clientes da empresa paulista. Poltronas Leito Turismo Super Pullman, ar condicionado Climabuss Confortronic, calefação, rádio CD Player/MP3, DVD, 01 monitor de LCD de 15" instalado no centro do painel superior e outros 05 monitores de LCD 14", sendo 04 no salão superior e 01 no inferior, sanitário, geladeira e microondas são os principais acessórios internos. A Petitto atua no setor de transporte intermunicipal, fretamento e turístico na região da alta Mogiana, interior de São Paulo. É cliente da Busscar Ônibus há mais de 20 anos e possui uma frota com mais de 100 ônibus, a maioria contendo carroçarias da marca catarinense.

BUSSCAR FORNECERÁ 121

Por Antonio Ferro

Após vencer a licitação promovida pela Infraero (Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária) para a aquisição de 121 ônibus, a Busscar iniciou recentemente a entrega de suas primeiras carroçarias. Os novos ônibus - uma versão especial do consagrado modelo Urbanuss especialmente projetada pela encarroçadora catarinense para o projeto da estatal brasileira – são equipados com os chassis Volkswagen 17260 EOT e atendem a todos os requisitos técnicos observados pela compradora e pela Lei da Acessibilidade. Com um aspecto mais refinado e algumas mudanças tecnológicas, como nos conjuntos ópticos (novo desenho dos faróis dianteiros e das lanternas traseiras), o modelo tem as áreas da frente e traseira redesenhadas, incorporando linhas contínuas e cantos arredondados, mantendo sua aparência externa com alto grau estético e inovador que o consagraram no mercado urbano. As portas de acesso são alinhadas a região externa (tipo flor da pele), promovendo um visual moderno, elegante e que facilita a limpeza do veículo.
De acordo com informações da Busscar, cada veículo recebeu configurações internas e externas especialmente pensadas para a operação nos principais aeroportos brasileiros, visando melhorar as condições de embarque e desembarque dos passageiros. Essa versão especial vem configurada com piso baixo até o centro do salão (low entry), contando ainda com espaço reservado, dotado de cinto de segurança, para a acomodação de cadeira de rodas. O salão também revela outros aspectos de conforto, como a ampla área envidraçada e os novos dutos de ar condicionado de design atual, proporcionado a sensação de maior espaço e amplitude, substituindo as tradicionais calhas com luzes fluorescentes; ar condicionado Climabuss A30T Pluss; poltronas estofadas em tecido e sistema de som ambiente. A iluminação interna se destaca por utilizar luminárias com Led’s distribuídas no centro e nas laterais do teto. Os Led’s também são utilizados nas lanternas traseiras, resultando em maior durabilidade, segurança, menor manutenção e consumo de energia.
Já foram entregues três unidades para o Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes e outras duas para o Aeroporto Internacional Pinto Martins de Fortaleza (CE). A identidade visual externa dos novos ônibus foi desenvolvida pela área de comunicação visual da própria Busscar. A entrega do restante dos novos ônibus está programada para os meses de junho e julho.


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Pool em algumas linhas da Oeste Ocidental.

Bom, esse dia 18 de maio de 2009, marca o inicio do fim da Ocidental. E o amigo Diego Almeida clicou veiculos da Amigos Unidos, operando a linha 397. A Campo Grande, que esta comprando usados, e agora pega Megas do Grupo Salineira para operar a 396/S13. E por fim a Bangu, operando a 389. Agora é aguardar o POOL nas outras linhas.

Texto e fotos de: http://onibuslegal.fotopages.com/




Vila Real é condenada por desconfiar de RioCard

A Viação Vila Real foi condenada ao pagamento de indenização no valor de R$ 3 mil, a título de danos morais, a uma passageira que teve questionada a autenticidade do seu cartão RioCard por trocador de ônibus, que a impediu de passar na roleta. A decisão é da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

Jane Nascimento da Silva contou que o trocador do ônibus a prendeu na roleta e dirigiu-se a ela em voz alta perante os demais passageiros, que precisaram amassar a catraca para que ela pudesse se soltar. A autora da ação afirmou ainda que, em razão do ocorrido, sofreu traumatismo na perna esquerda e na coluna e escoriações generalizadas.

O relator do processo, desembargador Paulo Mauricio Pereira, destacou que "a responsabilidade da empresa ré é objetiva, ou seja, ela responde independentemente da existência de culpa pela reparação dos danos causados aos seus usuários pela violação da cláusula de incolumidade que está implícita em todos os contratos de transporte de pessoas".

Processo nº: 2009.001.09975